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A culpa não é minha...


Nos tempos em que PT treinava o Fátima, um dos guarda-redes era uma verdadeira dor de cabeça. Os seus colegas já pouco lhe diziam pois já achavam normal ele falhar...não era defeito, era feitio.

Certo dia, durante um treino, um colega seu rematou de meio-campo e fez golo...os seus colegas de equipa perguntaram-lhe:

"Então pá...o que é que se passa?!"

Ao que ele responde:

"Áh, agora a culpa é minha?! Não marquem não!"


Mais uma grande entrevista de João Peixe...






Mais uma vez parabéns João, pela tua grande carreira e pela pessoa que és!

Grande abraço.

Entorse cerebral...


Para que os jogadores fossem conhecedores plenos das regras de um jogo de futebol, o Eléctrico Futebol Clube promoveu uma palestra com o melhor observador de árbitros do país.

De entre várias regras que alguns de nós nem sabiam, destacou uma regra recente: um jogador ao sair de livre vontade do terreno de jogo, coloca toda a gente em jogo até ao ponto em que saiu. Ou seja, até a bola parar (saída de campo, golo, faltas, etc), a posição por onde o jogador saiu conta como se ele estivesse dentro de campo, mesmo que o jogador vá andando por fora do campo até ao meio terreno.

Agora vem a parte melhor, se o jogador for atacante (meio-campo ofensivo), não leva amarelo por ter saído de campo sem pedir, mas já o pode levar caso não peça autorização ao juiz para re-entrar na partida. Se o jogador for defesa (meio-campo defensivo), leva amarelo por não ter pedido autorização para sair, e volta a levar amarelo se não pedir autorização para entrar. Ou seja, na mesma jogada, um jogador pode levar dois amarelos e ser expulso.

Mas para um jogador em particular, esta regra suscitava grandes dúvidas, e não conseguia pensar noutra coisa. No final, chegou ao balneário e perguntou aos restantes colegas:

"Então mas como é que o árbitro consegue saber se o jogador é defesa-direito, ou extremo-esquerdo, de forma a mostrar-lhe amarelo ou não, por exemplo?!"

Play Off


Em conversa de balneário, no ano passado, no Crato, falava-se sobre uma empresa de Ponte de Sor.

Alguns falavam que essa dita empresa estava bem financeiramente e recomendava-se. Mas alguém sabia um pouco mais e disse:

"Isso é falso...essa empresa está em play off!"

Ai..."play off" ou "lay off"!? Estes termos estrangeiros estão sempre a baralhar toda a gente.


A tropa manda desenrascar...


Como sabem, mesmo nos clube se organizam troca de prendas no Natal. No União da Serra não é excepção, mas possui outros contornos. É feito um primeiro sorteio, para que cada jogador saiba a quem é que tem de comprar uma prenda. Dessa forma, consegue-se escolher uma prenda mais apropriada, e no final tudo é mais engraçado.

Rui Costa, tinha que comprar uma prenda a um ex-júnior, mas no caminho para esse dito treino, ao qual se seguia o jantar de Natal, lembrou-se que se tinha esquecido de comprar algo. Mas lembrou-se que trazia consigo uma camisola embrulhada, que seria a prenda de Natal do seu pai (pai verdadeiro...não confundir com o mister Ricardo Moura).

Chegou ao treino e fui falar com o tal ex-júnior...explicou-lhe a situação, disse-lhe para abrir a camisola do seu pai, para ficar muito agradecido, mas para no final teria que lhe devolver pois iria comprar outra prenda para o pobre rapaz.

Então assim foi...o rapaz abriu a prenda, toda a gente ficou parva a olhar para a camisola cara que o Rui Costa tinha comprado ao rapaz, mas no final houve a troca, quando já ninguém viu.

Rui Costa desenrascou-se bem, mas nunca mais se lembrou de comprar a prenda ao pobre rapaz. Se as coisas tivessem sido com um jogador mais velho, o pai de Rui não iria ter prenda de Natal.

Marinho, o contrabandista...

Para quem não sabe, Mário Bastos, conhecido como Marinho ou "Pé Preto", foi durante anos o grande capitão do Portimonense...pisou grandes palcos e foi um verdadeiro símbolo do Portimonense.

Tive a grande sorte de ser colega dele no Abrantes Futebol Clube e de conviver diariamente com ele...um exemplo, sem dúvida.

Um ano após isso, rumou para o União da Serra para ser treinado pelo mesmo treinador, Ricardo Moura.

Nessa fase decidiu começar a vender produtos de origem duvidosa, mas que tinham grande aparência. Um dia, o mister Ricardo Moura pediu-lhe um daqueles relógios caríssimos, já que tinha ficado apaixonado por alguns relógios que Marinho trouxera antes.

Certo dia, Marinho lá apareceu com o tal relógio, e o mister Ricardo ficou encantado. Olhou várias vezes para o relógio como um míudo que acabara de receber um presente. Decidiu então dar um toque súbtil no relógio, e de repente, o ponteiro dos minutos ficou a baloiçar constantemente, como o pêndulo daqueles relógios de parede antigos que temos em casa.

Conclusão: Negócio desfeito.

Dor de garganta...


Mais uma história de Lenka...

A Lenka andava atormentada com uma enorme dor de garganta. Lamentava-se desse mal enquanto ouvia os conselhos das suas amigas.
De repente diz: "Ah...o meu pai anda também com dor de garganta e até já lhe disse que ele é que me deve ter pegado isto!"


O Homem-Sapiens...

Nos mais recentes testes para a GNR, saíu uma pergunta que era assim:

No mundo do cinema, a que é que está ligado "Peter Parker":

(a) O homem-gorila

(b) O homem-macaco

(c) O homem-aranha

(d) O homem-sapiens

A andorinha respondeu...o homem-sapiens.

É claro que "andorinha" é um nome fictício.

Frases de Pedro Varino...

Pedro Varino é um conhecido empresário da noite que possui um bar. Nestes meios é preciso ser muito inteligente, esperto e ter sempre à mão algumas frases, por forma a impedir a entrada de alguns sujeitos no seu bar.


Ficam aqui alguns dos seus truques orais:

Pessoas embriagadas com pouco ou nenhum controle emocional - "Epá isto está com lotação esgotada...não podem entrar, porque o patrão não deixa entrar mais gente."

Pessoas que podem vir a trazer problemas - "Têm cartão-cliente? Não?"...e eles perguntam: "Então mas como é que podemos arranjar esse cartão?"...e ele responde: "Têm que vir mais cedo."

Pessoas desconhecidas - "Bar?! Isto é um bar?!...não, isto é a minha casa...tou a ouvir música!"

Isto é um conselho para outros empresários da noite...

Água do Zêzere...

Estavamos todos a apanhar sol em Vale Manso, perto da Barragem de Castelo de Bode, num lindo e quente dia de verão, quando Lenka (nome fictício) diz:

"Esta água é diferente da água do Zêzere!"

Olhámos uns para os outros, e até já havia gente a recorrer ao Google Earth, numa tentativa de clarificar o lugar onde nos encontrávamos...mas afinal onde é que nós estamos?!

Mas não havia nenhum erro...afinal a Barragem de Castelo de Bode fica no Rio Zêzere. Lenka estava distraída...mais uma vez!

Afinal, Lenka queria dizer que aquela água era diferente daquela que passa em Constância em termos de temperatura...mas como sempre, as pessoas não entendem o que ela quer dizer.

Controle anti-doping...

No Campeonato Nacional da Segunda Divisão Nacional é normal que em certos jogos exista controle anti-doping, algo que ocorre de forma aleatória e sem aviso prévio.
Cada equipa selecciona dois jogadores da equipa adversária para serem sujeitos ao teste, também de forma aleatória. No final do encontro, os jogadores seleccionados são logo acompanhados para uma sala sem poderem ir a qualquer lado antes.

No jogo União da Serra - Eléctrico, os seleccionados foram o Rui Costa (União da Serra) e eu (Eléctrico), facto bastante curioso pois somos amigos, fomos companheiros de equipa, adversários e actualmente, novamente companheiros de equipa.

Entre várias perguntas que nos são colocadas, as mais importantes são relacionadas com tudo o que consumimos. Então o médico perguntou-me se achava que iria acusar alguma coisa, e eu respondi de pronto: "Óh Doutor, só se for cerveja!".


Rui Esteves...por André Ambrósio



Para quem não conhece o grande mito do futebol Português, aqui fica a foto dele:


Rui Esteves


Rui Esteves começou a jogar futebol no Torreense, tendo passado por clubes como o Farense, Vitória de Setúbal, Benfica e Belenenses. Acabou a sua grande carreira na Coreia do Sul.


André Ambrósio disse sobre isto: "Sempre tive uma capacidade muito elevada para detectar talento no futebol...eu e os coreanos de Busan (essa equipa extraordinária da Coreia do Sul), onde Rui Esteves terminou a sua carreira memorável."

Rui, tens aqui um fã para todo o sempre!

Intervalos na escola primária...

Decorria a época de 1988 a 1992, e os conhecidos Nuno Passarinho, André Rafael, Marco Matos e André Ambrósio, espalhavam o terror pela escola primária do Sardoal com os seus 6 a 10 anitos. Desde roubar os carros no célebre jogo "os três toques", a fingir que bochechavamos quando as auxiliares o exigiam.

Os primeiros pontapés foram dados nessa altura, naqueles conhecidos jogos em que todos se encostam a um muro e vão sendo escolhidos, deixando para último os jogadores com menor qualidade...já na altura se dizia: "dou-te este e um penálti".

Para além de tudo isso, cada rapaz escolhia o nome de um jogador nacional ou internacional extremamente conhecido, e não poderiam existir repetições. É claro que nesta parte, o André Rafael tinha opção de escolha, pois levava sempre consigo um saco onde trazia as suas chuteiras, chuteiras essas compradas na antiga loja do Chico Oliveira em Alferrarede. Por ser um tremendo caceteiro, tinha a opção de escolha e todos queria jogar na sua equipa...vá se lá saber porquê.

Os nomes escolhidos iam desde o Magnusson, Jonas Thern, Stefan Schwartz, a Isaías, João Pinto e muitos outros. O Marco Matos escolhia sempre o Cadete, ao que todos nós gozavamos e gritávamos "Cadete Cagado".

Mas um dia, não houveram brigas na escolha dos nomes. O André Ambrósio foi o primeiro a escolher e disse: "Rui Esteves".

Ficamos todos espantados e perguntamos: "mas quem é esse?!".

E ele respondeu: "Vai para o Benfica, é do Setúbal e é um jogador fantástico".

E nós: "epá...então fica lá com esse, que por esse ninguém discute".


Eléctrico FC 10/11









Vou estar mais uma temporada ao serviço do Eléctrico Futebol Clube, onde espero vir a viver um campeonato bem mais tranquilo, isto é, andar sempre acima do meio da tabela. Estou certo que o Eléctrico irá construir um plantel à altura desta pequena exigência, tanto em termos qualitativos como em termos de personalidade, ou seja, além de bons jogadores também bons homens.










E já sei, de fonte segura, que a imagem seguinte se vai repetir por muitos e muitos fins-de-semana. É como vos digo: "aproveitem para dormir até ao Rossio...a partir daí, na minha carrinha, ninguém dorme! (só o Fona se for no meu ombro)"



Objectivo cumprido...




Chegou ao fim mais um ano desportivo que teve um final feliz.

Foi uma época bastante dificil, quase sempre com o pressentimento da descida de divisão, mas uma recta final absolutamente fantástica deu ao Eléctrico Futebol Clube a tão desejada manutenção.

Penso que todos os jogadores estão de parabéns assim como todo o corpo directivo...provou-se que somos merecedores desta divisão e que existe muita qualidade.

Da minha parte devo dizer que foi um enorme prazer representar este clube, a cidade de Ponte de Sor e o seu povo. Foram 2880 minutos sofridos, mas agora são bastante saborosos.

Obrigado.


O Texugo...

Marçal é jogador do Eléctrico e recentemente contou uma história espectacular. Na altura em que jogava no Atlético era treinado pelo conhecido Carlos Manuel. Na parte final da época vivia tempos dificeis devido a uma lesão que o atormentava. Os dias iam passando e Marçal não largava o posto médico nem o "Toni" do Atlético (massagista profissional).

Um dia Carlos Manuel entra no posto médico e pergunta ao massagista: "Então...esse Texugo nunca mais está bom?!"

E Marçal, nada contente, responde: "O que é que foi?! Óh paneleir* do caralh*. Só treino quando me sentir bem".

Engraçado esta relação treinador / jogador...o que é certo é que Marçal nunca mais foi convocado para qualquer jogo.

Caneta malvada...


O senhor Abelha foi o condutor de um dos "furgões" que transportou a equipa do Eléctrico a Viseu. Eu, por acaso e excepcionalmente, vinha à frente e na viagem de regresso apercebi-me que tínhamos pouco combustível. Mas o senhor Abelha nada dizia, e as estações de serviço iam passando. Pensei que o manómetro estivesse avariado e que o condutor tivesse a situação controlada pelos quilómetros.

Vinhamos a subir o Fratel quando o furgão começa aos esticões...conclusão falta de combustível e tivemos que parar no cruzamento de Nisa, para que o outro furgão fosse buscar combustível.

Em conversa com o senhor Abelha, contava-lhe que já me tinha apercebido, mas que pensei que houvesse uma avaria e que ele soubesse disso. Disse-me que realmente sabia que tinha que meter combustível e que se tinha esquecido, mas que o furgão podia ter uma luz que indicasse a reserva. Vamos tirar isso a limpo, e no mostrador estava uma caneta que impedia a visualização dessa mesma luz...que como é óbvio estava acessa à imenso tempo.

Conclusão: Senhor Abelha foi ilibado, e a caneta foi mandada fora.

Nota: aguardo fotos para compor este post, fotos onde Telmo suja as mãos todas com gasóleo.

Genérico ou Genético?!


Na viagem rumo a Viseu, a equipa parou numa das estações de serviço da A23 e como já é habitual, por lá andava um cigano a tentar vender um telemóvel...tratava-se de um "touchscreen".

Como o Telmo é de Tolosa toda a gente, na brincadeira, o trata por "Gipsy", ou "cigano". O capitão de equipa Eddy olhou para o Telmo e como é normal, viu que trazia a t-shirt toda suja. Quis logo fazer uma comparação entre o Telmo e o tal cigano que se encontrava a vender os "touchscreen's".

Então disse: "pois é Telmo, isso é tal e qual ali como o cigano...é genérico"

Apito no Fontelo...

Académica de Viseu 1 - Eléctrico FC 0

Numa frase posso descrever que o árbitro deu a vitória à equipa da casa, quando assinalou uma grande penalidade inexistente aos 83m de jogo. Sabe bem que a grande penalidade não existiu, pois é dificil perceber como alguém consegue cair sem que houvesse um grande contacto para tal.

É certo que o jogo esteve sempre do lado dos homens de Viseu, mas é normal, uma vez que para eles apenas a vitória servia, já que ao Eléctrico bastava o empate para assegurar a manutenção. Empate esse que teria sido alcançado não fosse cair uma grande penalidade do céu.

Resta-me dar os parabéns à equipa do Viseu pela vitória, e também pela vitória no próximo encontro em Esmoriz.

A crónica real do jogo pode ser lida no site oficial do Eléctrico Futebol Clube...carregue aqui.


Jogo de Solidariedade por Paulo Renato...

A pedido de um grande amigo meu, fica aqui o registo de um jogo de solidariedade por Paulo Renato, a ser realizado no dia 25 de Abril de 2010 no Campo de Jogos Comendador Eduardo Duarte Ferreira em Tramagal.

Apareça e dê o seu apoio.