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Eles trocaram


Na época em que o clube disputou a primeira distrital, na altura do Natal, tivemos uma deslocação importante, visitávamos o Amiais que como toda a gente sabe, trata-se de um jogo muito difícil.
Enquanto aquecíamos, começou a ouvir-se um enorme barulho, que parecia aproximar-se do campo de jogos. Quando reparámos estava a chegar ao campo uma furgoneta carregada com muitos homens, mas todos eles se vestiam de Pai-Natal.
À entrada para o jogo, já sabíamos que a equipa do Amiais nos iria fazer o habitual “corredor da morte”, mas quando chegamos ao relvado, encontramos outro “corredor da morte”, este feito pelos Pais-Natal que haviam chegado entretanto, em suma todos levamos belinhas.
Nuno Tavares fez alinhar na direita Paulo Luís (Kaliman) e na esquerda Nelson Jaime, que como sabem possuem uma estrutura ligeiramente forte.
As coisas não estavam a correr muito bem, já perdíamos por dois a zero, e tanto Paulo como Nelson não conseguiam chegar perto dos seus adversários directos. Nuno Tavares soube que tinha que mexer, mas como o banco só possuía dois elementos, ele e Roberto, ambos lesionados, decidiu então trocar de flanco esses dois jogadores. Ou seja ordenou a Paulo para jogar na esquerda e a Nelson para jogar na direita.
Quando os Pais-Natal viram esta jogada estratégica depressa sentiram que tinham que alertar pois poderia originar complicações para a sua equipa. Dessa forma decidiram gritar para dentro de campo dizendo: “Atenção! Olhem que os Gordos trocaram!”.
Este episódio ficou marcado no seio da equipa, e ainda hoje nós brincamos com eles, apesar deles não o admitirem.
Na recta final do desafio em perseguição da bola, eles chocaram um com o outro de frente, ninguém se apercebeu, mas os Pais-Natais disseram: "Ah ah, os Gordos chocaram!".

Neves no seu melhor

Neves nas festas de Valhascos 2005.
Se prestarem atenção, é possível ouvir o grupo StreetBand em acção.

Lasanha sim, pizza não

Venho por este meio comunicar que o post "Ouvido Espectacular" possui um erro grave, isto porque fui ameaçado por Pedro Marques num comentário ao mesmo.
Realmente ele tem toda a razão, depois de muito pensar, vi que falhei e tenho que pedir desculpas pelo meu erro, assumo.
Pedro Marques, na noite em questão, ausentou-se para comer lasanha e não pizza.
Mas que erro, nunca mais serei o mesmo.
Pedro, estou certo que me desculpas, nem que para isso te tenha que pagar uma mini sagres no bar do teu padrinho.
Como tu dizes, "Eu bebo, mas é porque eu quero!". Um abraço.

Ouvido Espectacular


Este verão, todas as noites eram passadas no bar de Isidro Santos, o bar dos Potes. Falava-se de muitas coisas, mas os temas mais badalados eram sem dúvida a crise de jogadores nos Lagartos e a não subida de divisão por parte do Alcaravela.
O bar fechava às duas da manhã, e como as conversas eram demoradas ficava-se sempre nas imediações do bar até às quatro quando não eram seis da manhã. Numa dessas noites, a malta estava toda reunida, quando ao longe se ouve o barulho de um carro que passava junto ao pelourinho. Toda a gente se apercebeu que se tratava de um veículo a gasóleo devido ao seu estrondoso barulho, mas ninguém comentou esse facto. Júlio Anastácio quis ir mais longe, e com os seus vastos conhecimentos decidiu dizer: “Olhem! Vem aí um carro comercial!”. A malta ficou espantada com as capacidades de Júlio, como seria ele capaz de a mais de 500m conseguir descortinar que se tratava de um veículo comercial pelo som. Seria devido ao barulho da rede, ou da fibra de vidro que limita a parte de carga do veículo?
Claro que toda a gente se riu, mas só depois de o veículo passar por nós, pois Júlio poderia acertar. Ao passar o carro, verificou-se que se tratava do veículo Audi 80 Turbo Diesel de André Cardoso cuja capacidade são 5 lugares, ou seja, não é um veículo comercial, e sendo assim Júlio falhou.
Dias mais tarde contamos a história a André Cardoso que nos disse que Júlio foi enganado pois nesse dia André transportava um rolo de rede que tinha comprado no JN. Sendo assim, tivemos que pedir desculpas a Júlio pois ele tinha sido enganado pelo trepidar do rolo de rede dentro do carro, e desde aí ficou conhecido como o “homem do ouvido”.
Só para lembrar a todos os que estiveram presentes nessa noite, que Pedro Marques (melhor jogador de cabeça da segunda) se ausentou para ir comer pizza, isto às quatro da manhã.

O Finalista

Na época passada, tive o prazer de treinar uma semana e meia com o plantel do Abrantes FC que militava a segunda divisão série C.
Encontrei uma nova maneira de ver o futebol, e podem não acreditar, mas nesse curto espaço de tempo consegui aprender coisas novas, ou seja, foi uma experiência muito positiva. No início senti-me pequenino, mas fui ganhando confiança, e hoje sinto um enorme prazer em fazer parte do plantel do Abrantes FC, foi algo que nunca pensei mas consegui, agora por aqui me quero manter, jogando.
É claro que se contam muitas histórias, e todos os plantéis têm uma forma divertida de falar e conviver.
Nessa semana e meia, lembro-me de um treino em que se falou dos estudantes universitários, estive atento à conversa, pois faço parte dessa classe social.
Muitos jogadores falaram sobre o assunto enquanto o Mister Nuno Gil nos coordenava na parte dos alongamentos. É claro que como se falava em estudantes, a conversa mudou logo no sentido das viagens de finalistas. Nuno Curto, avançado do clube, contou que chegou a ser finalista e que esteve mesmo para fazer uma viagem de finalistas, Mister Nuno Gil, não perdeu a oportunidade e retaliou: “Oh Nuno, não sabia que na quarta classe também se realizavam viagens de finalistas!”. Desatou tudo a rir, e Nuno Curto ficou possuído.

O Menisco

Esta história já tem uns bons anos, na altura era iniciado, e o treinador dos infantis era Isidro Santos. Isidro na altura já possuía os mesmos métodos de hoje em dia, métodos que aprendeu com Rosado, ou seja, tirar água à nora, muita água à nora, e aguentem-se à bronca. É claro que não podemos dizer a Isidro que isto está ultrapassado, pois ele fica irritado e começa a dizer que em 82/83 eliminou, com esses métodos, o Sabacheira da Taça do Inatel (relembro que o Sabacheira nem sempre foi o que é).
O que é certo é que os seus pupilos embora jovens, já tinham as suas manhas, e faziam de tudo para fintar o enorme Isidro. Mas existiam também aqueles que não o queriam fintar, mas eram adeptos incondicionais das lesões, conseguiam ter quatro a cinco lesões diferentes por semana.
Tudo isto para falar em Marco Carapuço, mais conhecido por Gana. Pois é, esta personagem conseguia ter tantas lesões, que até os médicos as desconheciam.
Num treino, cansado de tanto correr, Gana decide parar ao pé de Isidro (Técnico), aproximou-se e disse-lhe: “Mister! Não consigo correr mais!”, Isidro preocupado perguntou-lhe: “Mas porquê? Dói-te alguma coisa?”, e Gana já com as lágrimas a cair responde decidido a por termo à vida: “Isidro! Eu tenho o menisco!”. Isidro dá uma enorme gargalhada e diz-lhe: “Então se não tivesses eras deficiente!”.

Por vezes podemos inventar lesões, mas não as podemos contar a quem domina essa ciência, senão somos apanhados facilmente.

Gato Fedorento PT


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Está demais.

A matemática de Júlio


Bem, este fim-de-semana, Júlio Anastácio deu-nos uma enorme lição de matemática. Qual Carlos Correia, qual Ernesto, nenhum destes consegue chegar aos calcanhares de Júlio em Matemática.
Júlio mostrou que qualquer Universidade lhe pode passar o canudo, confirmando que é uma barra a matemática. Houve até quem lhe dissesse que contava com ele para desempenhar um alto cargo na sua empresa. A partir deste momento, Júlio arrumou a sua vida pois tem várias oportunidades de singrar em termos profissionais.
Júlio, apenas disse: “Em relva uso sempre umas botas da Desportex, compradas na Loja do Chico Oliveira, com seis pitons de alumínio, dois à frente e dois atrás!”. O mundo parou nesse instante.
É que não é só na matemática que ele é bom, a maneira como fala cativa toda a gente. Reparem no pormenor das botas terem sido compradas na loja do Chico Oliveira, não é para qualquer um.
Jovem, se és amante de futebol e não sabes quais as botas para jogar em relva, fala com o Júlio para te colocar os pitons e vai à loja do Chico Oliveira.

As Cordas

Quando Mário Suíço subiu na carreira treinando o Sentieiras, ainda possuía a sua discoteca. Qualquer pessoa tinha curiosidade para saber o trabalho desenvolvido por ele.
Qualquer que seja o bar ou discoteca a ir, o ponto de encontro é sempre feito nas bombas do Sardoal. Numa noite de Sexta para Sábado, por volta das 6h, teve que se ir tomar o pequeno-almoço às bombas, basicamente era uma mini sagres com qualquer coisa a acompanhar.
A noite já não tinha mais para dar, já não havia vontade de rir. Mas eis que chega Traineira e seus colegas, que nos restabeleceram as forças e nos fizeram sentir: “isto hoje ainda promete!”.
Como sabem, Traineira e seus colegas, na altura eram pupilos de Mário, autênticos porta-estandartes do clube Sentieiras. Desde logo lhes perguntamos como estavam a ser os treinos de Mário.
Queixaram-se que Mário era maluco, que não ia aos jogos pois não se conseguia levantar (treinadores do futuro), que os treinos eram para malucos, que nunca tinham visto nada assim e ainda por cima, disseram que Mário só fazia exigências parvas.
A parte das exigências ficou no ouvido, aguçou-nos a vontade de perguntar quais eram essas exigências, e assim foi: “Traineira, conta lá quais são as exigências.”, e o Traineira: “Não conto porque vocês só sabem gozar!”, e nós: ”é pá, conta lá, deixa-te de cenas.”, e ele respondeu: “Não é que ele exigiu cordas para nós saltarmos, e diz que é para nós emagrecermos!”.
Com isto desata tudo a rir, Mário realmente abusava. Onde é que já se viu num clube de futebol existirem cordas para um gajo emagrecer.

O Sonho

Na época que o conhecido Mário Suíço treinou o Sardoal, as saídas nocturnas dos jogadores eram mais que muitas, até o massagista saía. Mário Suíço, na altura, possuía uma discoteca chamada Matahari localizada onde hoje podemos encontrar o Bataclan de Franquelím e Roberto.
Era a vida de Mário e tinham que respeitar, a sua discoteca era um lugar muito procurado na noite pelos seus jogadores.
Numa noite de Sábado para Domingo, Ninó, capitão do Sardoal, decidiu abusar na noite tanto nos copos como nas horas. A noite foi tal que veio com Mário (seu treinador) de carro para casa, passando antes em casa deste para enganar o estômago. Conclusão chegou a casa já era de dia.
Aos Domingos, o ponto de encontro era feito na sede do clube, como ainda hoje. Mais tarde viaja-se para o campo para se disputar o jogo. Mas antes dos jogadores se equiparem existe sempre um curto espaço de tempo para que estes se apercebam do estado do terreno.
Nessa altura Mário encontra Ninó sozinho e aborda-o, dizendo que a noite foi demais e que ainda não tinha recuperado, como se costuma dizer, ainda estava “Zenam”. Ninó responde-lhe com a mesma ideia, e eis que Mário lhe diz: “Sabes Ninó, hoje tive um sonho. Sonhei que ias para o banco!”.
Muitas vezes os treinadores têm que acreditar nos sonhos, pois o futebol é um desporto sem certezas, mesmo que os sonhos lhes digam que o massagista marcará o golo da vitória e que o devem pôr a ponta de lança.

Isidro multado

Na passada quarta-feira Isidro foi autuado pelo clube. Ser-lhe à retirado 25% do ordenado e ainda terá que se deitar, nas vésperas dos jogos, antes das 23 horas. Segundo o presidente, Isidro tinha assinado um contrato em que dizia não reclamar com o árbitro durante todos os jogos, para isso tinha o seu braço direito, Inácio.
Na quarta-feira, o clube jogou, e Isidro foi expulso do banco de suplentes por protestos. Ainda se tentou desculpar com o presidente, alegando ser o cansaço nocturno devido ao trabalho árduo que tem no seu bar, pois não é fácil em certas noites, colocar 150 pessoas na rua às 2h da manhã.
Pensando nesse aspecto, o presidente estabeleceu a norma do deitar para o treinador, que agora não poderá ser visto no seu bar para além das 23h em vésperas de jogo.
Em conversa com Isidro, enquanto nos servia uma baguete de atum, contou-nos que é tudo uma manobra da associação, que o querem lixar, pois sabe muitas coisas que existem por trás. Não nos disse qual era a associação, mas pensamos que está relacionado com a sua passagem pela equipa dos Casais de Revelhos. No final ainda acrescentou não ter dito nada de especial para o árbitro da partida, e que não violou o contrato que assinára, apenas disse em voz alta: “Óh Inácio, diz ao árbitro para se ir fod…!”. Isidro tem razão, o Inácio é que devia ser expulso do banco.

Manuel Victor actuou pelo bom nome…



Manuel Victor é um dos sócios honorários do clube e mais uma vez, teve que actuar. Segundo fontes, ele está descontente com o modo de actuação dos membros da direcção, e com toda a razão, andam a fechar os olhos.
Incrível como fazem uma coisa destas a um homem que deu tudo por este clube, e que as suas opiniões contam muito no seio do clube.
Mais uma vez João Pirlo está metido ao barulho. Manuel Victor descobriu que num jogo a contar para a Taça Amizade disputado no campo do rival Sentieiras, o capitão foi um homem não desejado por ele. Era um jogo que não contava para nada e os directores do clube, como sempre, esqueceram-se de algo. Dessa vez foi a braçadeira de capitão. Sendo assim, o jogo não se podia realizar, mas João Pirlo (“o vagabundo”, ou se quiserem a “serpente invisível”) tinha um plano bem estudado.
João Pirlo trouxe uma braçadeira de capitão e obrigou tudo e todos a considerarem-no capitão, e sendo assim, ninguém se opôs. Manuel Victor viu o jogo no local e mais tarde em vídeo (gentilmente cedido por Chiba – “Adjunto”, e “homem do bloco”, no qual toma nota de quantas grades de minis necessitam os jogadores das Sentieiras ao intervalo). Concluiu então tratar-se de uma manobra de Pirlo ajudado pelo pequeno Stromberg, e este auxiliado pelo pequeno Pica. Ou seja, tratou-se de um grupo organizado de profissionais, autênticos bandidos do crime. Manel Victor obteve provas pela boca do seu braço direito, o Manel, que por um corte de cabelo com desconto disse tudo, um autêntico bufo.
Manuel Victor mostrou as provas à gnr e aos órgãos do clube que depois de muito ouvirem da boca dele, decidiram autuar João Pirlo e condená-lo a usar durante 5 épocas uma braçadeira no banco com o seguinte escrito: “Não Jogo, Não Como!”. Stromberg não foi autuado pois costuma estar ao balcão da Associação de Entrevinhas, mas terá que estar 5 épocas sem poder guiar uma mota (grande medida, ufa). Já o membro Pica foi autuado e condenado a assistente de roupeiro por 5 épocas (não se faz). Manel pensava que se escapava, mas por ter aberto a boca foi condenado a trabalhar um ano numa outra auto-estrada qualquer, de borla.
É de homens como este que o clube precisa. Pessoas que são capazes de apontar o dedo ao que está mal, e como se pode ver, as fotos não mentem. Já agora, as fotos foram gentilmente cedidas por Traineira, guarda-redes suplente da equipa das Sentieiras.

Contratação de Manel

O blog descobriu toda a história sobre a contratação de Manel por parte do clube, e decidiu contar ao Mundo. Foi um plano muito bem montado e executado, que trouxe Manel ao clube de Manel Vítor. Que grande estratégia que os responsáveis pelo clube utilizaram que “enganaram” tudo e todos, foi algo que qualquer grande empresário nunca se lembraria.
Vamos tentar contar como tudo se passou: Nuno Tavares (actual treinador), em tempo de incêndios decidiu ir ver um incêndio na nossa zona que consumia milhares de hectares. Ao chegar lá deparou com Manel no combate ao fogo, que deixava transpirar os seus enormes dotes. Rápido no 1 contra fogo, facilidade de execução com pedaço de pinheiro, poço de forças no esticar das mangueiras, e ainda uma excelente visibilidade sobre as linhas de fogo.
Nuno Tavares desde cedo ficou encantado com todas estas qualidades, e chegou a dizer mesmo, “temos jogador”, mas não sabia ao certo se Manel era um jogador livre. Telefonou logo às suas fontes que lhe disseram que quem possuía o passe de Manel era a Cotilde (Sogra de Manel), mas que para jogar à bola, não exercia o direito. Foi então que todas as portas se abriram, mas Nuno Tavares tinha receio do primeiro encontro e decidiu não abordar Manel. Passaram-se alguns instantes, Manel esgotou as forças e decidiu fazer uma pausa no combate às chamas. Olhou e viu Nuno Tavares, chegou-se ao pé dele e abordou-o: “Tu é que és o treinador do Sardoal?” e Nuno Tavares: “Sou, porquê?” e Manel responde: “Sou o Manel, posso ir treinar?” e Nuno Tavares acaba dizendo: "Aparece lá".
E foi assim, uma contratação feita com uma enorme estratégia por trás, digna de verdadeiros empresários.

Um chapéu especial...


Todos vocês já se devem ter perguntado o porquê da utilização permanente do chapéu na cabeça do predestinado, ou se quiserem do melhor jogador de cabeça da segunda. É para isto que este blog existe, para esclarecer todas as dúvidas e trazer ao visitante a sabedoria.
Falamos com Pedro, que nos revelou usar este chapéu pois deste que o usa tornou-se um verdadeiro predestinado, ou se quiserem, pré-destilado. Contou-nos que o chapéu foi-lhe dado de presente por Taborda (o homem do elmetacin), e que não sabia o porquê dessa atitude. Como boa pessoa que é, aceitou o presente, e à uns tempos atrás numa tarde de grande sol, decidiu usá-lo. Quando o pôs soube no momento que era um predestinado.
Mas o blog quis saber muito mais e foi falar com Taborda.
Taborda contou que quando Pedro era júnior, fazia a diferença em campo, e Taborda via a maneira como Pedro deliciava os olhos embebidos de Pipi (Treinador). Taborda, nesse momento, sentiu que tinha que oferecer algo a Pedro, de forma a compensá-lo e distinguí-lo. Foi então que se lembrou do velho chapéu, que segundo ele, o usou durante 6 maratonas seguidas de futsal, a assar frangos que por vezes traziam 3 pernas. Pegou no velhinho chapéu e ofereceu a Pedro nesse mesmo ano.
Há quem diga que Pedro adora fazer chapéus aos guarda-redes devido a essa tamanha oferenda.
O blog desvendou mais um mistério. Parabéns Pedro, e parabéns Taborda. À que premiar aqueles que mais merecem.

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Não esqueceu o clube


No passado Domingo, o clube disputou mais um jogo a contar para o campeonato distrital sénior, série A da Associação de Futebol de Santarém. Desta vez, deslocou-se a Ferreira do Zêzere para discutir o resultado com a equipa local.
Jogo muito disputado, vencido pelo clube por uma bola a zero. O Golo foi de Topa (ex-Alcaravela, ou se preferirem o homem da Margem Zero) através de um grande remate (xoxeco, bola cheia de tabaco) que desfeiteou o guarda-redes local que nada pôde fazer (grande frango).
Flávio Santos (ex-Sardoal), no momento, ocupava o lugar de suplente, pois possui uma lesão que o atormenta desde o início do campeonato, e faz com que não possa dar o seu contributo ao seu novo clube. Tudo isto é uma história normal, mas o pior está para vir. Flávio Santos, no banco, foi visto aquando do golo adversário, festejar de forma exuberante. Segundo testemunhas, Flávio saiu do banco, deu um salto, onde parou no ar cerca de um minuto, fazendo um enorme manguito para o céu.
Flávio não se conteve pois, ao que parece ainda não esqueceu o amor ao clube onde já jogou por vários anos.

Pára Tudo!!

Mais uma grande frase proferida por um não menos grande, homem. É de coisas destas que gostamos de ouvir, frases emblemáticas que fazem o mundo parar. Pelo início de conversa, já perceberam que estamos a falar do grande Isidro. Pois é, esta alta patente puxou de mais um dos seus muitos e sonhadores pensamentos e largou a bomba mesmo no meio do bar. Vizinhos preocupados, acorreram ao local, não pelo estrondo, mas sim pelo mau cheiro que essa bomba causou na Rua do Vale.
Isidro disse nada mais, nada menos que: “Se eu fosse Seleccionador Nacional, arriscava-me a ser Campeão do Mundo!”, bem isto é demais, não é para um qualquer, é para qualquer um. Mesmo tendo sido uma grande bomba, não chegou perto da frase de Chico Jarra, depois do Campeonato Europeu vencido pela Alemanha: “A Alemanha só venceu o europeu, porque o Brasil não se conseguiu qualificar!”. Ainda está para nascer a pessoa que irá destronar esta frase. Chico Jarra, a par de Isidro, também possui várias frases emblemáticas, como esta proferida após mais uma derrota do Sporting: “Bolas, já não sou mais do Sporting. A partir de agora sou do Barcelona!”. Ou então: “O Ronaldinho é o melhor jogador do Mundo e quiçá da Europa!”. São figuras como estas, que nos aguçam a vontade de viver, pois ainda existe muita coisa por descobrir.
Não somos os donos da verdade, eles sim, têm muita coisa a ensinar, coisas que para nós eram questionáveis, e depois dos seus esclarecimentos, tornaram-se verdades absolutas.

O homem que entrou não sei para onde!


O blog traz-lhe mais uma história fantástica dos grandes momentos do desporto Rei, principalmente quando é jogado a nível distrital, mas não é só nesses jogos que se passam histórias incríveis.
No jogo Tomar – Sardoal, na parte final do jogo, o Sardoal passava por apuros, pois as forças pareciam fraquejar e só venciam por um golo de diferença. Nuno Tavares leu bem o jogo, decidindo estacionar o autocarro em frente à baliza e mandar aquecer Fábio Marques.
Aquecimento breve pois a equipa necessitava de reforços, e procedeu-se a substituição. Ao entrar em campo, os elementos que estavam a jogar, perguntaram a Fábio qual iria ser a posição ocupada por este, ao que ele responde: “Venho para aqui, só para ganhar bolas de cabeça!”. Parece que com esta resposta, toda a gente se riu, mesmo o adversário.
Ao que se pôde apurar, Mourinho já soube desta história e está neste momento a tentar contratar um jogador para jogar na posição do “ganhar bolas de cabeça”, a verdade é que Mourinho percebeu que se criou uma nova posição no futebol e tem rapidamente que contratar alguém que desempenhe essa função muito bem.
O clube também já reagiu, e mandou João Pirlo (Treinador das Escolas), iniciar a formação de novos “ganhadores de bolas de cabeça”, pensa-se que em 2014 já chegue alguém com valor ao plantel sénior para desempenhar essa função.

Um dia inesquecível


Jogo inesquecível, “Lagartos” do Sardoal, receberam o Abrantes FC em jogo a contar para a Taça do Ribatejo. Jogo difícil, em que os forasteiros eram mais que favoritos. Mas o Sardoal viu escrever uma brilhante página na história do clube pela mão destes grandes jogadores que se bateram dentro de campo como verdadeiros leões.
O jogo terminou com a vitória dos Lagartos por 3-1, golos marcados por Pedro Grácio (2), Santana (1) e João Corda (1), ficando o golo de João Corda guardado para sempre por quem viu. Levou a bola desde meio-campo, e com várias simulações de corpo que desviavam os adversários na direcção de Pedro Grácio, chegou bem perto da baliza, de ângulo reduzido, e em esforço consegue matar o jogo fazendo o 3-1, lembram-se?
Nessa tarde, no final, Mário Ruas, treinador do Abrantes FC é despedido em pleno campo.

Equipa, da esquerda para a direita:

Em cima: Luís Grácio (Nevoeiro, delegado ao jogo), Nuno Tavares (Treinador adjunto), Passarinho, Hélder Carboila, Pedro Fernandes, Sérgio Pinto, Pedro Lopes, Nuno Barreto, Miguel Pita, João Corda (Capitão), Nuno Canhoto, José Nuno, Hermínio Rafael (Treinador), e Taborda (Massagista);
Em baixo: António Fernandes (Massagista, António Pirlo), João Fernandes (João Pirlo), Paulo Luís (Kaliman), Pedro Grácio, Luís Narciso, Nelson Alves, Ninó, e Daniel Grácio;


Download da foto:

Pirlo vs Manel

Para o jogo do clube com o Tramagal, instaurou-se uma grande dúvida na cabeça de Nuno Tavares. Não sabendo o que fazer nem como decidir pediu o apoio do blog para tomar a tão difícil solução.
Nuno Tavares, não sabe quem há-de jogar contra o Tramagal, se João Pirlo se Manel, isto claro, na ala direita do clube.
Segundo importantes fontes, muitos olheiros e ainda a preciosa contribuição do ex-treinador Hermínio Rafael (que diz conhecer muito bem João Pirlo, mas de Manel só se lembra de o ter visto a trabalhar no meio da A23), reunimos as capacidades de cada um.

João Pirlo:

Bem dotado tecnicamente com os dois pés que deus lhe deu, da mesma forma que deu aos outros, é um jogador capaz do possível e do normal, do mal e do errado, conhecido pelo seu grave grito aquando de uma valente pancada (ui), e como já possui conhecimentos na área de treinador, também é capaz de mandar um belo berro para meio do campo. É conhecido como o vagabundo, pois joga em todo lado, sabe um pouco de feitiçaria, e já foi autor de várias makumbas. Trata-se de um cobra venenosa, capaz de dizer mal dos outros à sua frente, mas baixinho. Se não jogar, não come (vantajoso para os fundos do clube).

Manel:

O seu ar impõe respeito, especialmente quando ameaça o adversário (smiling). É um jogador explosivo que remata bem com os dois pés, capaz de a bola passar o segundo telhado da Sarplás e ainda ir a subir. Na visão de jogo é fortíssimo, pois consegue ler bem o jogo virando muitas vezes a bola da direita para o campo de futebol 5, desmarcando a mãe do Manolo, que tem que estar sempre muito atenta (Manel consegue fazer isto com o pé que tem mais à mão). No capítulo da finalização, é bombástico, se não consegue com o pé, empurra com a mão, mas faz o golo. Caracterizado por ter raros pontos de dor, e por incrível que pareça os adversários conseguem sempre acertar neles, sendo imposto a Manel passar muito tempo com Taborda (o homem do elmetacin) e dessa forma não pode contribuir para o bem da equipa.


Como podem observar pelos dados que nos foram facultados, é normal que Nuno Tavares tenha tantas dúvidas.


Ajude Nuno Tavares a decidir, comente o Post. Urgente, pois o jogo é já no Domingo.