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Victor Leal “Ninó”…no seu melhor!


Vou contar duas histórias de Ninó que ficaram para a história. Histórias essas de eras completamente diferentes, uma da era “Brazão”, e outra da era “Isidro”.

A primeira que vou contar é a da era “Brazão”:

Foi num jogo pouco jogado, campo pesado e Ninó era o defesa direito dos Lagartos. Nesse dia estava bastante apático, fruto por ventura de uma noite bem passada, e dar o litro não era com ele nesse dia. Brazão, no banco de suplentes, auxiliado pelo seu braço direito Pipi, apercebe-se disso mesmo e decide dar uma dura ao grandioso defesa direito dos Lagartos, pedindo-lhe mais garra. Ninó responde com uma grande frase, que todos nós hoje utilizamos, mas que não sabemos como surgiu: “Mister! A primeira parte é para tirar o tabaco, a segunda é a todo o gás!”.

Ninó é que construiu esta frase, e hoje é dita em muitos dos campos deste país.

A segunda história, a da era “Isidro”, é a seguinte:

Num fim-de-semana com baile nos Valhascos todos os jogadores foram para a borga e embebedaram-se. Mas Ninó foi ao extremo, não contente com o baile ainda foi à Jet, e não contente com a Jet regressou ao baile sofrendo um acidente de viação, mas que não o impediu de ainda ir beber uma abaladiça ao baile. Com tudo isto chegou a casa de dia, e penso que ainda hoje não se lembra quem o levou a casa.
Todos os jogadores estiveram juntos e souberam do que se tinha passado. No dia seguinte (Domingo), dia de jogo, Isidro diz as pedras que vão jogar… Ninó ia para o banco, numa equipa em que todos abusaram. Com isto decidiu dizer a Isidro que era injusto pois não tinha saído, talvez tenha sido mesmo o único a não sair à noite e que não podia fazer isso com ele… nesta altura os seus colegas de equipa olhavam-no estupefactos, já que começavam a duvidar que teriam visto o Ninó no baile. Não contente ainda com a situação decide arrebatar dizendo: “Mister!! Só me equipo por respeito aos meus colegas!”.

São histórias que ficam para a história…

Quinta Eliminatória da Taça de Portugal


O Abrantes FC conseguiu vencer o Monsanto através da marcação de grandes penalidades, carimbando assim a sua passagem para a quinta eliminatória da Taça de Portugal.

Aqui fica uma foto do plantel (não estão todos os jogadores já que esta foto foi tirada no dia em que empatámos a zero com o Benfica de Castelo Branco).

Em cima e da esqueda para a direita:
Nuno Carvalheiro, Mário Ruas, David Nunes (Kinó), Neio, Bertinho, Alessandro Marçal, Jouber, Marinho (Pé Preto) e Rúben.

Em baixo:
Wagner Velani, Pedro Tiago Lima (Tigas), Passarinho, Kátio Sanca, Serginho, Mário, Rui Costa e Santana.


PS: Os fatos de treino ainda não tinham chegado.

Chegada ao treino...

Agora se percebe porque é que a relva não cresce no campo municipal do Sardoal.

Fractura...

Vejam só como elas acontecem quando menos se espera...

Identidade nova...


Como todos sabem, no inicio das partidas de futebol, os jogadores são obrigados a cumprir a chamada, que mais não é o simples processo de dizer o nome completo ao árbitro enquanto este verifica a validade com o cartão de jogador.
Neste simples processo, quando o árbitro dizia o meu número respondia por vezes “Iker Casillas”, ou mesmo “Gianluigi Buffon”. O árbitro ficava surpreendido com a resposta, mas também não me mandava repetir o nome, deixava ficar assim.
Eu fazia muitas vezes isso, pensava que teria sido dos primeiros a fazê-lo nos Lagartos de Sardoal, até que me contaram uma história passada.
Foi na altura em que Roger jogava no Benfica…Os Lagartos de Sardoal tiveram jogo e nesse dia Kaliman (Paulo Luís) alinhava na ala direita da defesa, jogava com o número dois nas costas e era capitão de equipa…só não era presidente.
O árbitro começou a fazer a chamada, segundos depois disse: “número dois”, Kaliman estava nervoso e escorria água pelo rosto, algo inseguro aproxima-se do árbitro e diz: “Rojas”, mas quando deu pelo erro depressa emendou: “Não, não…Roger”, e o árbitro depressa respondeu: “Já está, já está…fica Rojas!”.
Quem não se lembra do maravilhoso defesa do Benfica…Rojas.

"O Roda 27"

Quem não sabe, ou não conhece esta bela personagem?

Trata-se de "Roda 27", conhecido pela sua grande simpatia e até pelos grandes momentos que por vezes proporciona quando sozinho ao balcão toca o seu piano (imaginável).
Também se pode dizer que é o amigo número um de Isidro, que por vezes lhe chega mesmo a dizer: "se não te portas bem, ponho-te sobre o joelho e parto-te ao meio!!".


Fotos para maiores de 18...


O camisola amarela Kagarounis mostrou aqui os seus enormes ferimentos, resultantes da forte luta que travou com o cepo.











O presidente também trabalha.



É claro que o valente cepo não poderia faltar...foi este que arrumou com o Kagarounis em menos de 10 segundos.



Aqui começaram as provocações entre Saboga e um elemento não identificado.



E claro...aconteceu.



O presidente teve que travar uma batalha ainda...enquanto isto Navalho estava à beira de um ataque de nervos, já que tinha inalado o escape do carro...mas que pedra.


Para que tudo fique limpo, alguém tem que trabalhar...bem Júlio Paraguaio.

El Toro...

Heldinho...dizes ser o "El Toro", mas quando os vitelos foram à sede tremeste. Põe os olhos neste bravo homem!

Primeiro dia de festas…


São Pedro quis acabar com o primeiro dia de festas no Sardoal, mas eis que surgiu São Graciano Ricardo que impediu que isso acontecesse. As festas moveram-se para o parque de estacionamento e depressa tudo voltou ao normal.

O Mino estava em grande, mas saiu antes que o artista cantasse a música dos O-Zone, nomeadamente “Dragostea Din Tei”, com a qual vibra imenso e até se descalça.

O Tavares esteve lá até tarde e dessa forma supõem-se que os alunos tenham hoje que fazer uma composição e posteriormente um desenho sobre a mesma.

O jogo do prego estava sensacional…Ninó entrou à campeão e pagou logo a rodada…à segunda foi o primeiro a espetar o prego todo.

Sabino passou a noite toda a olhar (triste) para o magazine das equipas do distrito, já que o Mação apareceu com os nomes e fotos todos trocados…agora podemos chamá-lo de Pedro Afonso, ou se quiserem “Galinha”.

O “Selapega” ainda não sabe o significado de “selapega”, e junto com o seu amigo PC entornaram cerveja para as fichas de electricidade do artista de forma a sabotar o concerto e a evitar que os clubes tivessem algum lucro…pensa-se que tenham recebido em moedas de 50 cêntimos.

O presidente do clube dos Lagartos voltou, à imagem do que fez em Entrevinhas, a passear-se com o cepo aos ombros em sinal de valentia.

Camisola Amarela…curiosamente já a trazia vestida e esteve toda a noite na casa de sopas a tentar arranjar confusão com alguém, mas infelizmente não conseguiu…se dúvidas existiam na entrega da tão saudosa camisola amarela, deixaram de existir quando esta personagem caiu desamparado para cima do cepo ficando com o rosto cheio de sangue, ou seja, neste momento o resultado é de Kagarounis 0, Cepo 1…mas com justiça.


Camisola Amarela de Quinta-Feira: Kagarounis


Comentem...cheguei cedo.

Frases que nos deixam doidos...

Cada povo é um povo e cada um possui características que os distingue…os povos podem ser classificados segundo hábitos de vida, culinária, agricultura, e também pelas suas frases e vocábulos cheias de significado entre os habitantes.

Tira-te daí” – serve para ordenar alguém para que saia de onde está.

Mói-te” – maneira simpática de dizer a alguém que nos está a chatear para se ir lixar (tem que ser dito de uma forma fria).

Doem-me as cruzes” – Doer as costas.

Hainsaindlá” – Ninguém sai de lá (dito por António Pirlo).

Tenho Castrol elevado” – Tenho colesterol elevado.

O Marcelo teve uma úrsula” – Teve uma úlcera.

Era uma noite de Segunda para Domingo” – Era a semana inteira.

Óh caralhana de Alter” – Significa o mesmo que: “Óh meu parvalhão”.

Subem” – Significa “subam” (dito por Heldinho).

Aventa-me isso” – O mesmo que: “manda-me isso”.

Óh Bataclan” – Significa o mesmo que: “Óh meu parvalhão que passas as noites no F&R Bar”.

Remata em banana” – Ordem para rematar a bola com que esta descreva um arco semelhante à forma de uma banana.

Cão de Nisa” – Pessoa esperta para si.

Deslarguem-me” – Significa “agarrem-me”.

Ai se ela pega…” – Só o Paulito sabe o que isto significa. Fico à espera da resposta.

Óh Stromberg! Chama cá o teu irmão e fica lá” – Maneira simpática de mandar alguém embora.


As grandes questões e verdades do momento:

Marcamos cinco golos…eu marquei três e o Gomes um” – Teoria de Trindade…a par de Júlio Anastácio, mais um grande matemático.

Porque é que o Gavião não calhou na série do Sardoal este ano?!” – Questão Territorial de Rafael Martins…o Wininine.


Este post é alterável. Comentem.

O Mágico e suas magias...

Não vou dizer nada sobre este video. Palavras para quê? Ele é o melhor jogador de cabeça da segunda.

Momentos a recordar…


Nesta foto pode ver-se o festejo do golo do Sardoal marcado por João Corda ao Abrantes FC. João fazia nesse momento o 3-1 para o Sardoal e acabava com todas as esperanças do Abrantes FC.
Esta foto pertence a Paulo de Sousa e pode ver-se a felicidade de Zé Grácio que até se abraça à autoridade para festejar o golo.
Zé Grácio que até protagonizou um grande momento de jogo. O campo estava cheio de adeptos e lembro-me de uma bola que foi na sua direcção em balão…com toda a gente a ver, Zé Grácio leva o calcanhar ao rabo para tocar na bola, mas por não ter sido um grande jogador, nem sequer atingiu a bola. A bola embateu na vedação que delimita as bancadas subindo novamente no ar…poucos viram esta última parte e todos bateram palmas ao toque magistral de Zé Grácio e este agradeceu fazendo uma vénia para todos os adeptos.

Este momento não vou esquecer...

A Sanita de Kaliman...

Há uns anos atrás a equipa sénior dos Lagartos do Sardoal deslocou-se a Caxarias numa prova a contar para o campeonato.
Os balneários eram antigos e como sempre Paulo Luís (Kaliman) teve que aliviar a tripa. Quando se deparou com a sanita verificou que esta não era como as de uma casa de banho normal, ou seja, era uma sanita como a da foto em que o indivíduo tem que executar a modalidade “Cagar à Cowboy” para poder aliviar-se.
Claro que Paulo Luís não reagiu bem e tentou logo encontrar uma forma de não executar a modalidade respectiva. Um olhar rasgado levou-o até uma cadeira antiga de madeira, pregou um valente pontapé no tampo ficando esta sem tampo. Com isto, Paulo Luís criou a sua própria sanita e toda a gente admirou as suas capacidades científicas.
Mas isto não ficou por aqui…passado um ano voltaram a deslocar-se a Caxarias e qual não é o espanto que encontraram a velha cadeira no mesmo local…ou seja, a invenção de Paulo Luís não foi só boa para ele, todos beneficiaram, equipas adversárias e até mesmo as próprias entidades responsáveis pela manutenção daqueles balneários.

Digam lá se Paulo Luís não merecia receber o Prémio Nobel da Ciência?

Os mauzões lá da escola…


Quem não se lembra dos velhos e bons tempos de escola, ainda ela se chamava C + S de Sardoal e depois passou a chamar-se EB 2,3 / S de Sardoal. Naquela altura é que se viviam bons tempos e a maior dor de cabeça para os professores era André Cardoso que mais não fazia do que meter a turma a rir. Naquela altura os professores consideravam-no como tendo um comportamento inaceitável, mas penso que nos dias de hoje tanto a professora Hélia, Olga e os professores Ernesto e Carlos Correia gostariam que o seu maior pesadelo fosse André Cardoso, porque acho que já não se fabricam mais e também as suas brincadeiras não ofendiam ninguém.
Serve isto para lançar aqui uma votação sobre o maior traquina ou brigão que se lembrem nesses belos tempos que foram a nossa juventude. Vou dar algumas sugestões:

Barrocas – Não media o perigo, como ainda hoje.

Escavaca – Não se percebe bem, mas na altura era mau e maluco.

Zé Bafo – Temível…o truque era ser seu amigo.

Chã – Junto com Zé bafo eram do pior…pobres professores.

Paulo Morais – Era um bom rapaz mas influenciável.

Henrique – Maluco na altura, e costumava mandar-se para cima do pessoal quando estavam em grupo…estava sempre deserto para andar à pancada.

Rosa Assassina – Um grande mauzão na escola, levava muita porrada. Mais tarde executou aquele célebre assalto à tasca do Valdemar e ainda hoje é falado.

Vinhasca – Este também era perdido, sempre à procura de brigas.

Esganiça – Este era mau…lá pelas 9h já andava à porrada, mas levava sempre. Travou muitas batalhas contra Vinhasca…eram do pior.


Agora é só comentar. Estou certo que falta aqui muita gente que possui este perfil mas que não me lembro ou não são do meu tempo, por isso ajudem-me.

Equipas de outros tempos…


A EA Sports decicidiu criar para a PlayStation 3 um jogo de futebol salão que contempla as grandes equipas de outros tempos que actuavam nos vários torneios da zona (por exemplo, Palhota de João Luís, Jardim do Ribatejo de Manuel Tereso e Restaurante Três Naus de Francisco Assis). É claro que o jogo está tão bem feito que até contempla o sorteio do loto ao intervalo onde quase sempre é a Rosa Salgueiro que vence.

Chico Jarra – Guarda-Redes que evita tudo menos os valentes bicos de Zé Manel Tereso, nestes lances caga-se de medo.

Guilherme Martins – Defesa rápido e ágil, conhecido por possuir um finta especial quando rodeando de adversários por todos os lados (carregar no triangulo).

Bucha – Defesa também rápido mas limitado. Conhecido pela sua famosa bota vermelha que não foi esquecida na construção deste belo jogo.

Honorato Martins – Defesa calmo, concentrado e sem lacunas. É muito difícil passar por ele, e quando passam, junto à linha passa-lhes multa por excesso de velocidade (carregar no quadrado).

Vítor Martins (Chalana ou conhecido “treinador de bancada”) – É o dreamer desta equipa, é dele que saem os pormenores mais deliciosos e os passes mais rasgados que terminam com sucesso. Tem um pulmão enorme.

José António Russo – PlayMaker que adora jogar nas alas e possui forte remate, quase sempre é golo. Também possui uma canhota fortíssima, mas isto é relativo às mãos (carregar no círculo).


Os árbitros são Luís Carlos Martins e Fernando Martins…beneficiam muito esta equipa e existe alguns truques que permitem assinalar penaltis inexistentes e fechar os olhos a algumas regras do jogo.

Este jogo estará disponível a partir de Outubro e já se percebe que será um grande sucesso.

O Juskowiak…

Na época desportiva 2005-2006, a meados do ano apareceu um elemento para treinar com o plantel dos Lagartos. Ninguém sabia o seu nome, mas todo o seu aspecto fazia lembrar uma pessoa de nacionalidade ucraniana e desde cedo o apadrinharam de Juskowiak…no fundo era um cepo. Após mostrar os seus brilhantes dotes, tanto o treinador como toda a comissão da prospecção do clube decidiram não lhe falar em assinar.
Não assinou, não fazia parte do plantel, mas mesmo assim continuou a treinar sempre que havia treino. A época das chuvas apareceu e mais uma vez os jogadores, na sua maioria, deixaram de aparecer para treinar em todos os treinos…e Manel (carismático jogador dos Lagartos cujo passe está na posse de Cunha…100%) foi um dos que deixou de treinar.
Juskowiak não andava satisfeito e em conversa no café Europa chegou mesmo a dizer: “a partir de agora vou fazer como o Manel. Onde é que isto já se viu…uns treinam e os outros jogam…agora começo só treinar à Sexta-feira.”. Resta saber como poderia o treinador convocar um jogador sem que estivesse inscrito.

Mas a história não termina aqui. Este indivíduo trouxe uma mão cheia de situações hilariantes e no fundo era a alegria do plantel.

Num treino já na época de verão, onde tempos mais quentes significam pelado rijo, Juskowiak treinava com uma camisola de alças espalhando charme e magia. Numa jogada pela linha, Juskowiak puxa a canhota a trás e em desequilíbrio faz o disparo, Nuno Tavares…rato…dá-lhe um encontrão fazendo Juskowiak arrojar-se pelo chão.

Resultado: Ferida enorme e sangue.

Mesmo assim continuou a treinar até que os jogadores se aperceberam e lhe pediram encarecidamente que fosse estancar a ferida para que não houvesse contágio. Juskowiak demorou a entender, mas passado alguns instantes lá aceitou a ordem. O treino estava renhido e numa paragem no jogo, alguém olha para Juskowiak que tentava estancar a sua ferida…na sua mão tinha um bebedouro e lançava água para cima da ferida com o bocal encostado à mesma…toda a gente viu e até final da época mais ninguém bebeu água por qualquer bebedouro.

Juskowiak ainda é o principal suspeito do roubo da minha camisola de jogo dessa época…que se encontrava a secar no estendal.

Albertino...és grande!

Já passou um fim de semana de festas em Cabeça das Mós. Foram dois dias (noites) fantásticas em que muita gente esteve presente mas também faltaram personagens importantes. É claro que Neves e Vira passaram por lá, mas faltou aquele homem dos Valhascos que toca uma cena de madeira...espero que este fim-de-semana ele não falte.
Como se pôde constatar, e como este blog adiantou semanas antes, Jacob não sorteou o loto...mais uma vez essa missão ficou a cargo de Albertino que mostrou toda a sua magia nessa bela arte. Conseguimos até recolher filmagens dessa magia, mas o Cox nunca mais coloca isso online. Jacob conseguiu enganar tudo e todos e não desempenhou funções na quermesse, local que lhe tinha sido destinado...mais uma vez tirou pedras do saco.

Este fim de semana a festa conta com três dias e no final poderemos dizer que Jacob é um impostor, pois não vai dizer o loto...

Albertino, tu não facilites!

Bateu no fundo…


Segundo fontes próximas, Cláudio vai abandonar os maravilhosos campos do distrital para jogar nos não menos maravilhosos campos da Inatel.
Cláudio é um médio atacante, que pode também desempenhar funções de ala, apoio ao atacante, e até mesmo de extremo esquecido. Há muito que a carreira de Cláudio tinha vindo a ficar cada vez mais feia, até chegou a ser treinado por Isidro, afirmando ter sido como que um pai para ele, e também bebeu muito à borla. Mas esta tendência nunca foi de supor que Cláudio chegasse tão cedo à Inatel.
A principio ainda pensamos que teria sido uma proposta tentadora, algo como duas grades de minis e um petisco de carne assada a seguir aos jogos seria difícil de rejeitar. Mas viemos a saber que tudo aconteceu porque Cláudio jogou vários torneios de futsal com a camisola do Alvega e nunca entregou o equipamento, ficando assim perfeitamente vinculado ao clube sem possíveis manobras para inverter a situação. Hélder Carboila também lhe aconteceu o mesmo em relação ao equipamento, mas este foi mais inteligente e arranjou logo clube para presidir, não podendo assim o Alvega vincular o jogador, já que este abandonou…
É triste ver malta como esta, que tanto deu ao futebol, ser obrigada a jogar na Inatel devido ao esquecimento de equipamentos em casa.

O Impostor...


Pois é malta…o blog conseguiu encontrar um grande impostor que faz vida no concelho de Sardoal. É temível, falso e possui várias artimanhas que podem levar a enganar até a mente mais preparada. É claro que neste momento a GuêNeiR já sabe de tudo isto e está prestes a actuar.
O sujeito em causa, é o da foto, e trata-se de Jacob Antunes…segundo ele, será o próprio a sortear e a dizer o loto na Festa da Cabeça das Mós 2007. Trata-se de uma enorme mentira e aliás é impossível. Existiram tempos em que Jacob mexia e tirava pedras de dentro do saco, mas depois só dizia o número a Albertino (baixinho), este sim é que ao micro, o dizia a todo o povo. Albertino sim, é um indivíduo altamente treinado e vencedor de bastantes prémios na “arte do dizer o loto”, chegou até a ser convidado para presidir a APCDL (Associação das Pessoas com Competência para Dizer o Loto), mas recusou já que é um trabalho de enorme desgaste.

Pelo que o blog já conseguiu apurar, Jacob que até costumava estar a vender as senhas, devido a estas mentiras, irá desempenhar funções, durante todo o festejo, na quermesse.

Teste de aptidão para Curandeiro…


A Federação Portuguesa de Futebol emitiu um comunicado em que toda e qualquer pessoa cuja função se encontre dentro da vasta gama de artes de curandeiro necessita de uma licença para o desempenho do cargo. Para isso criou testes de aptidão que foram realizados no fim-de-semana transacto nos Bombeiros Municipais de Sardoal (porque dispõem de um enorme leque de meios caso algo corra mal, proximidade, e possui um vinho do melhor, servido em copo de 20cl). O teste de aptidão passava por tentar curar Marco Aurélio, conhecido como Batlô, que num acidente de trabalho partiu um braço. Tarefa dificílima para os ditos curandeiros que ao verem Batlô e o seu braço, abriram os olhos e sentiram um arrepio na espinha…todos, menos o Neves, já que o teste era às 14h e a essa hora, como é normal, já tinha bebido os seus 4 a 5 copinhos de vinho no bar dos bombeiros.
Os participantes e eventuais licenciados foram Neves (como já foi referido), Ti Chico de Alter (forte candidato), Taborda (homem do Elmetacin), ABC (muito forte), António Pirlo (licenciado em ciências de Voltaren), Manel Ratinho (domina as ciências ocultas) e Psyco (também muito forte).
O teste começou, e o primeiro participante foi Ti Chico de Alter…agarrou no braço do paciente, mostrou-lhe as notas de 50€ para indicação da quantia a pagar, olhou, olhou e disse: “não posso fazer nada, este homem tem o braço partido, ultrapassa os meus limites.”. O segundo candidato foi ABC…olhou, olhou e perguntou a Batlô se era titular em algum clube…como não era, não havia hipóteses de o mandar substituir para que entrasse o seu filho (ABC júnior, ou se quiserem Dj ABC)…não conseguiu. A seguir foi Psyco…com um olhar forte e decidido tentou ligar a máquina ao braço…o gesso não deixou…Batlô não sentiu a picada…e foi obrigado a desistir. Rui Manhoso (Presidente da AFS, em representação, já suava e tentava ligar a Malaca para suspender esta nova regra já que ninguém conseguia passar nos testes). Taborda abordou Batlô, aplicou-lhe um pouco de Elmetacin por cima do gesso, esperaram-se 10 minutos, mas nada aconteceu…ainda estava partido. António Pirlo, completamente impaciente, espalhou o Voltaren nas extremidades, e Batlô que já dormia, não sentiu melhoras.
A malta no bar já apostava, dinheiro e mais dinheiro por cima das mesas, a mini fresca saía, bem como o pratinho de tremoços, mas ninguém arredava pé, Manel Cigano já entoava alguns cânticos, estava a ser um dia especial e ninguém ligava à bola.
Mas de repente, tudo se calou…tinha chegado a vez do Manel Ratinho…vai ser desta, toda a gente pensou…Manhoso viu a luz ao fundo do túnel…Batlô acordou e a festa estava perto de acabar…Ratinho agarrou no braço do homem…olhou, olhou, olhou…com as suas duas mãos fez a maior das forças…fechou os olhos e deu-se um enorme estoiro…as luzes dos bombeiros apagaram-se, a sirene tocou ao de leve…quando a luz voltou, o braço estava na mesma…Batlô não tinha melhorado e o estoiro tinha sido um pneu que tinha rebentado. A malta voltou à festa..eh eh…ainda não seria desta e como só faltava Neves já ninguém seria capaz. Enquanto isto, Manhoso tentava a todo custo comunicar com Malaca.
Eis que Neves se aproximou do paciente, e já com os seus muitos penaltis de tinto agarrou com toda a sua força no braço de Batlô…o gesso estoirou…partiu…Batlô tentou mexer o braço e conseguiu…nem dor já tinha. Manhoso em delírio abraçou-se a Neves entregou-lhe o diploma que hoje lhe confere a licença para executar as funções de Curandeiro neste país.
Venceu quem toda gente menos esperava…mas é mesmo assim…há coisas que nascem com a pessoa, não se ensinam nem se aprendem..